quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ENTREVISTA MOONWHISPER

Metal sinfônico, vocal lírico e muito carisma, usando essa fórmula a banda paulista Moonwhisper faz Tributo ao Within Temptation, desde 2003. A banda está na estrada devido à persistência da vocalista Patrícia Montrase em montar a banda, a partir daí a Moonwhisper tem executado shows em várias cidades e se destacado como banda cover. Com muito profissionalismo e simpatia, a vocalista nos concedeu essa entrevista.

Por Liliane Pereira *

Fotos: cedidas pela banda


RP-Como nasceu a idéia de formar uma banda Tributo ao Within Temptation?

Eu havia feito testes em algumas bandas e participado de outras, mas nunca as bandas saiam da garagem. Resolvi eu mesma montar um cover. Conheci o WT em 2001/2002, e acabei escolhendo uma banda com a qual me identificasse com a vocalista. Sai caçando os músicos e estamos ai até hoje.

RP-Foi difícil encontrar músicos dispostos a encarar esse projeto?

Foi bem complicado. Muitas pessoas não conhecem WT, e as poucas que estão neste meio torcem o nariz pro estilo. O mais complicado sempre foi e ainda é, achar tecladista. O foco principal do WT é a voz e o teclado, então o tecladista tem que ser muito dedicado.





RP- Qual a formação atual?

Patricia - VocalJuliana - Back VocalDaniel - GuitarraKleber - BaixoDudu- Baterae como disse tecladista estamos procurando, o nosso acabou de sair da banda.

RP- Os integrantes já tinham participado de outras bandas ?

Sim, todos já trabalharam de alguma forma em bandas de diferentes estilos.

RP- Por que Vinny, o tecladista da banda, saiu? Como vcs estão enfrentando essa situação?

O Vinny decidiu se dedicar a vida pessoal, não que ele tenha desistido de ser músico, mas no momento é isso que ele prefere. A banda já está divulgando que precisa de tecladista, e quem estiver interessado fazer testes. É complicado, confesso, mas acontece e precisamos prosseguir de alguma forma.

RP-Isso irá afetar a agenda de shows da Moonwhisper, afinal a banda está cotada para participar do festival Gothic Night?

Não, o Vinny irá cobrir este último show marcado, aproveitando pra se despedir de todos.



RP-É visível a preocupação da banda com a produção visual dos integrantes, vcs contam com algum apoio?

Diretamente não. Meus vestidos acabo eu mesma comprando em lojas ou mandando fazer, quando ganhamos algo sempre divulgamos no site. E os meninos usam o estilo próprio deles.

RP-Como tem sido a receptividade do público?

Estamos na estrada desde 2003, o público tá sempre modificando. Muitas pessoas das antigas ainda comparecem em shows e conversam com a gente. Hoje em dia a galera é bem diferente. Mas devo dizer que o tratamento em 2009 foi excelente, até um fã clube foi montado e estamos muito felizes por ter pessoas que admiram nosso trabalho.

RP- Em que estados a Moonwhisper já tocou ? Tem algum que gostariam de tocar?

Já tocamos em Belo Horizonte , Rio de Janeiro e São Paulo em geral.
Muitas pessoas do Nordeste pedem shows, imagino que esse tipo de som seja muito escasso lá. Mas como somos uma banda mega independente rs, fica complicado viajarmos por conta própria. Seria ótimo tocar ao ar livre, em praia por exemplo.



RP- Vcs acham que o cenário do rock atual é favorável as bandas covers ou rola algum preconceito?

Eu acho que espaço tem, mas falta um retorno das casas no sentido de cachê ou ajuda de custo. Sempre de graça fica complicado, temos muitos gastos. E muitas bandas fazem de graça sempre, o que acaba tirando a chance de bandas mais "trabalhadas" comparecerem sempre nos eventos.

RP- O que vcs diriam aos fãs?

Gosto de chamar de admiradores rs, fãs é algo pra bandas muito famosas e de som próprio! Em nome da banda eu agradeço a cada pessoa que depois dos shows vem até nós conversar, pedir pra tirar fotos e nos elogiar, ou mesmo uma crítica construtiva. É muito importante termos o apoio dos amigos. Hoje é muito complicado uma banda sem muita grana começar um trabalho próprio sem seguidores. Então só temos a agradecer com palavras e shows com qualidade.E lógico que agradecemos vocês do Rock Press Alagoas, porque não basta admiradores, a mídia é a chave de tudo!

*É jornalista especializada do Rock Press Alagoas

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

MANOWAR

OS REIS DO METAL


A águia imponente trazendo Battle Hymns como mensagem, estampou o 1º álbum da banda americana Manowar , em 1982. O seu estilo tradicional de heavy metal, com temáticas como mitologia nórdica, guerras, velocidade e mulheres é mantido até hoje.


Liderada pelo baixista Joey DeMaio (que também toca guitarra, teclado e violão), a banda conta ainda com Eric Adams no vocal, Karl Logan na guitarra e Scott Columbus na bateria e percussão.

Ao longo de sua carreira, foram lançados vários álbuns que se tornaram clássicos , entre eles Into Glory Ride (83), Fighting The World (87), The Triumph Of Steel (92) e Gods Of War (2007). Ao mesmo tempo, foram lançados VHS e DVDs como Secrets Of Steel (93), Hell On Earth Part IV (2005) e o mais recente Live Kavarna (2007).



Tendo vendido mais de 9 milhões de álbuns em todo o mundo e fazendo parte do Guiness Book of Records, como a banda que atingiu o som mais alto tocado em palco (sendo o mesmo comparado ao som emitido por uma turbina de um Boeing na altura de levantar vôo), o Manowar é sem exageros o ícone máximo do Metal.

É impossível ficar indiferente ao Manowar, já que faz parte de sua performance a defesa do verdadeiro heavy metal - seu estilo True Metal criado pela própria banda; além do respeito incondicional aos fãs refletido nos shows e até na capa do álbum Warriors of the World, em que homenageia vários países nos quais a banda é aclamada. Em seus shows, a banda proclama sempre que os fãs do Manowar “são os melhores e mais dedicados do mundo.”



Recentemente, o Manowar lançou o álbum Thunder in the Sky, em que o power metal unido ao estilo épico, marca registrada da banda, assegura o seu reinado no Metal, com mais um clássico para os fãs.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

DVD SHAMAN – Anime Alive 2008

Por Rock Press



Renovatti, música de abertura do show do Shaman, cria um clima místico conservando o estilo do 1º álbum da banda, “Ritual”. Apesar da base musical ter se mantido, com Ricardo Confessori na bateria, os novos integrantes Thiago Bianchi, no vocal, Léo Mancini, na guitarra e Fernando Quesada no baixo, junto a impecável técnica de Confessori deram um novo feeling à banda.


É importante frisar a excelente qualidade do 1º DVD da banda com essa nova formação e a produção de alto nível é assinada por Confessori e Bianchi. Com muita personalidade também, Bianchi canta Inside Chains, sua performance de palco no show tem atitude, agradando ao público. Essa música tem o melhor do estilo power metal, certamente é um dos destaques do DVD.


Em Strengh a banda é pura energia, o teclado de Fabrizio Di Sarno é um forte da música que soa bem progressivo. Bianchi dá um estilo único aos vocais, já Confessori comanda a bateria com maestria e técnica, fórmula esta que conserva a música vibrante do Shaman.


Outro ponto alto do DVD é a música For Tomorrow, tornando evidente que os integrantes estão em perfeita sintonia musical. Essa música cheia de sensibilidade e peso ao mesmo tempo é uma das mais marcantes do álbum “Ritual”, e ganha um estilo diferenciado na voz de Bianchi. Já em Nothing To Say , destaque para o virtuosismo de Quesada, além dos solos fenomenais de Mancini.



Com Freedom, a banda mostra a que veio e justifica a persistência de Confessori em mantê-la no palcos, faz juz ao significado de Shaman “aquele que enxerga no escuro”. O show conta ainda com o clássico solo de bateria de Confessori, em Anime Drums e tem até espaço para a performance ninja de Mancini, num momento de descontração.


A balada In The Dark, com uma belíssima introdução acústica de Quesada, vocais suaves de Bianchi e o som harmônico do teclado, já virou um hino clássico para o público. Na música, há momentos também, de vocais rasgados, bateria explosiva e solos rápidos de guitarra. O Dvd contém ainda como bônus a versão clipe dessa balada, sem dúvida, um presente para o público.


O som de flauta em One Life traz um clima medieval ao show, trazendo um pouco do estilo melódico, mas a bateria demarca o território do Shaman. O teclado se destaca, e os vocais de Bianchi alternam o lírico e o agressivo.


Com Carry On, o público delira como já esperado e Immortal fecha o show em alto nível, preservando o lugar da banda no topo do cenário do heavy nacional.


contato rockpress.alagoas@gmail.com

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Entrevista Destroyer Kiss Cover


Reconhecida pelo KISS como sendo a única banda tributo atuante na América do Sul, a Destroyer Kiss Cover ao longo de sua carreira, obteve justo respeito na cena do rock por sua performance impecável. O misto de rock and roll bem executado e fantasia garantiu a banda o seu lugar entre uma das mais aclamadas pelos fãs. Entre um show e outro, Antonio Simmons (que interpreta Gene), baixista e vocalista, concedeu com muita simpatia uma entrevista para o Rock Press Alagoas. Confira!




Rock Press -Já são 26 anos homenageando o Kiss, vocês ainda sentem a mesma emoção do início da carreira, quando sobem no palco?


Antonio Simmons -Estamos completando 25 anos esse ano, e não tem jeito, sempre é a mesma emoção, seja em show, num programa de TV, ou numa entrevista em um site! Tenho certeza q posso responder por todos nós, q sempre nos sentimos honrados!


RP - Teve algum fato marcante ao longo da carreira da Destroyer?


AS - São várias, mas posso citar 3, qdo fomos convidados a participar do Programa do Jô, novembro de 2002, em 2003, na primeira KissExpo no Brasil, tocando c/Eric Singer, baterista do Kiss, e em 2009, qdo ganhamos como a melhor banda cover do Brasil no programa Domingão do Faustão.


RP - O que significou o Kiss reconhecer a Destroyer como sendo a única banda tributo atuante na América do Sul?


AS - Olha, sinceramente uma honra, talvez a maior delas, onde se é citado pela banda q vc homenageia...foi fantástico!


RP - A agenda de shows da Destroyer é cheia o ano todo, vocês estão dedicados exclusivamente à banda ou tem que ao mesmo tempo alternar entre a música e outras profissões?


AS - Alguns de nós tem outra coisa paralela, seja com a música, ou outra área.




RP - A Destroyer já tocou em quase todas as regiões do Brasil. Tem algum lugar que gostariam de tocar?


AS - O Brasil, é enorme....com certeza tem muitas cidades que ainda não tivemos o prazer e honra de tocar!!! Mas....só temos 25 anos....temos mais gás p/mais alguns bons anos ainda!!!rs


RP - E quanto à formação da banda, foi difícil montar a atual? Como é o relacionamento de vocês?


AS - Sempre é complicado, são 4 cabeças, 4 pessoas, completamente diferentes....são educações, experiência de vida, criações, muito diferentes, além de idades diferentes. Mas fazemos o possível p/respeitar um ao outro, é um aprendizado diário....É como um casamento...c/o agravante de não rolar sexo...rs


RP - Como é essa história de tocar seguindo a performance de palco do Kiss e ainda contar com efeitos especiais?


AS - Complicado, pois a produção de um show do Kiss é enorme....tudo muito caro....o q fazemos é tentar chegar o mais próximo que podemos, e onde um contratante possa pagar...rs


RP - Existe alguma dificuldade em se fazer um show com esse alto nível de produção?


AS - Como disse...todas as dificuldades!rs


RP - Como foi organizar a 1ª Kiss Expo no Brasil e tocar com o Eric Singer?


AS - Foi uma idéia que tive numa madrugada...e fui atrás....Entrei em contato com o Conservatório Souza Lima, em SP, onde encontrei alguém um pouco mais louco do que eu, que se chama Mario, proprietário do conservatório, onde sou e serei sempre grato, por ele ter acreditado na minha idéia, onde me proporcionou condições p/realizar algo inédito aqui...e foi fantástico!


RP - Houve alguma mudança para vocês depois da participação da banda em

alguns programas da Globo?


AS - Sim, a responsabilidade e cobrança....são maiores, sempre!!!rs





RP - E quanto aos sucessos do Kiss, o que geralmente vocês tocam nos shows?


AS -Tentamos colocar num show as músicas de maior sucesso deles.


RP - Falta algo para acrescentar a carreira da Destroyer?


AS - Bom...acho q sempre falta algo...mas como disse, só temos 25 anos....da muito tempo ainda de realiza-las!!!rs


RP - Quer deixar algum recado para os fãs ?



AS - Quero agradecer por mais esse espaço, sempre desejando m

uita paz, saúde e sucesso p/todos!!! E como sempre digo, Destroyer Kiss Cover, 25 anos se

m sair de cima...e contando!!! bjs e abs!!! see you soon!!! Tutú Simmons










Banda destaque


(internacional)


CINDERELLA


Cinderella, banda de hard rock americana, foi uma das poucas, que esteve nas paradas dos anos 80 e conseguiu sobreviver até a década de 90. A banda é liderada pelo vocalista e guitarrista Tom Keifer, se destaca pelo som pesado e pelas baladas sensacionais e foi descoberta por Bon Jovi. Quando começou o período das bandas grunge, a MTV parou de exibir clipes e videos da Cinderella por estarem "fora de época." Mesmo assim, a banda manteve o reconhecimento dos fãs.

O Cinderella surgiu de outra banda de hard rock, a Deep Freeze, banda de Priscilla Harriet. Tom Keifer e Eric Brittingham deixaram a banda da vocalista para dar início a uma das mais bem sucedidas bandas da década de 80. Com o conhecimento adquirido ao longo do tempo, a banda começou abrindo shows de bandas como AC/DC e Mötley Crüe.

O primeiro disco intitulado “Night Songs” mostra não só um hard rock bem executado, mas também uma forte influência de country music, isso acabou diferenciando a banda entre as demais. O Cinderella despontava no cenário, além de Eric e Tom, a banda contava com Fred Coury na bateria e Jeff Labar na guitarra. No primeiro álbum, a capa mostra uma foto dos integrantes no mais puro visual hard rock glam, mas o talento é também marca registrada, destaque para as canções “Nobody's Fool”, “Shake Me” e "Somebody Save Me".

Long Cold Winter, segundo álbum, reflete o amadurecimento musical da banda, e num período em que adotou um visual mais comportado. "Gypsy Road" e "Comin’Home" mantiveram o estilo hard country. "Don’t Know What You Got... Till It’s Gone" levou a banda à disputa nas rádios. O Cinderella se tornava cada vez mais popular, abrindo shows ao lado de bandas como o Skid Row para o Bon Jovi e chegando inclusive a emprestar seu baterista ao Guns N' Roses.


Em 1990 “Heartbreak Station” foi lançado, e sua faixa título ganhou notoriedade, emplacando nas rádios, inclusive as do Brasil. Após um intervalo de três anos, a banda finalmente entrou em estúdio para gravar “Still Climbing”, sem o baterista Fred Coury (que tocou em apenas uma faixa). Foram convidados, Kevin Aronoff e Cozy Powell, para assumirem as gravações de bateria.

Apesar de trazer boas canções como “Through the Rain” e “Easy Come Easy go...” o disco sofreu boicote da mídia que queria acabar com o hard de vez e promover o grunge. Mais tarde, Fred voltaria à banda no lançamento de “Once upon a...” que não passa de uma coletânea. Assinando contrato com um selo independente, a banda lança “Live at the Key Club”, um disco ao vivo, com os maiores sucessos. A partir de 1999, eles voltam a fazer grandes turnês junto de outras bandas de hard como Slaughter, Poison e Faster Pussycat.

Álbuns

Ao vivo

· 1991 - Live Train to Heartbreak Station

· 1999 - Live at the Key Club

· 2004 - In Concert

· 2006 - Extended Versions

· 2006 - Gypsy Road: Live

Coletâneas

· 1997 - Looking Back

· 1997 - Once Upon A...

· 2005 - Rocked, Wired & Bluesed: The Greatest Hits

· 2006 - Gold

DVDs

· 2005 - Rocked, Wired & Bluesed - The Greatest Video Hits

· 2005 - In Concert