segunda-feira, 28 de setembro de 2009

DVD SHAMAN – Anime Alive 2008

Por Rock Press



Renovatti, música de abertura do show do Shaman, cria um clima místico conservando o estilo do 1º álbum da banda, “Ritual”. Apesar da base musical ter se mantido, com Ricardo Confessori na bateria, os novos integrantes Thiago Bianchi, no vocal, Léo Mancini, na guitarra e Fernando Quesada no baixo, junto a impecável técnica de Confessori deram um novo feeling à banda.


É importante frisar a excelente qualidade do 1º DVD da banda com essa nova formação e a produção de alto nível é assinada por Confessori e Bianchi. Com muita personalidade também, Bianchi canta Inside Chains, sua performance de palco no show tem atitude, agradando ao público. Essa música tem o melhor do estilo power metal, certamente é um dos destaques do DVD.


Em Strengh a banda é pura energia, o teclado de Fabrizio Di Sarno é um forte da música que soa bem progressivo. Bianchi dá um estilo único aos vocais, já Confessori comanda a bateria com maestria e técnica, fórmula esta que conserva a música vibrante do Shaman.


Outro ponto alto do DVD é a música For Tomorrow, tornando evidente que os integrantes estão em perfeita sintonia musical. Essa música cheia de sensibilidade e peso ao mesmo tempo é uma das mais marcantes do álbum “Ritual”, e ganha um estilo diferenciado na voz de Bianchi. Já em Nothing To Say , destaque para o virtuosismo de Quesada, além dos solos fenomenais de Mancini.



Com Freedom, a banda mostra a que veio e justifica a persistência de Confessori em mantê-la no palcos, faz juz ao significado de Shaman “aquele que enxerga no escuro”. O show conta ainda com o clássico solo de bateria de Confessori, em Anime Drums e tem até espaço para a performance ninja de Mancini, num momento de descontração.


A balada In The Dark, com uma belíssima introdução acústica de Quesada, vocais suaves de Bianchi e o som harmônico do teclado, já virou um hino clássico para o público. Na música, há momentos também, de vocais rasgados, bateria explosiva e solos rápidos de guitarra. O Dvd contém ainda como bônus a versão clipe dessa balada, sem dúvida, um presente para o público.


O som de flauta em One Life traz um clima medieval ao show, trazendo um pouco do estilo melódico, mas a bateria demarca o território do Shaman. O teclado se destaca, e os vocais de Bianchi alternam o lírico e o agressivo.


Com Carry On, o público delira como já esperado e Immortal fecha o show em alto nível, preservando o lugar da banda no topo do cenário do heavy nacional.


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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Entrevista Destroyer Kiss Cover


Reconhecida pelo KISS como sendo a única banda tributo atuante na América do Sul, a Destroyer Kiss Cover ao longo de sua carreira, obteve justo respeito na cena do rock por sua performance impecável. O misto de rock and roll bem executado e fantasia garantiu a banda o seu lugar entre uma das mais aclamadas pelos fãs. Entre um show e outro, Antonio Simmons (que interpreta Gene), baixista e vocalista, concedeu com muita simpatia uma entrevista para o Rock Press Alagoas. Confira!




Rock Press -Já são 26 anos homenageando o Kiss, vocês ainda sentem a mesma emoção do início da carreira, quando sobem no palco?


Antonio Simmons -Estamos completando 25 anos esse ano, e não tem jeito, sempre é a mesma emoção, seja em show, num programa de TV, ou numa entrevista em um site! Tenho certeza q posso responder por todos nós, q sempre nos sentimos honrados!


RP - Teve algum fato marcante ao longo da carreira da Destroyer?


AS - São várias, mas posso citar 3, qdo fomos convidados a participar do Programa do Jô, novembro de 2002, em 2003, na primeira KissExpo no Brasil, tocando c/Eric Singer, baterista do Kiss, e em 2009, qdo ganhamos como a melhor banda cover do Brasil no programa Domingão do Faustão.


RP - O que significou o Kiss reconhecer a Destroyer como sendo a única banda tributo atuante na América do Sul?


AS - Olha, sinceramente uma honra, talvez a maior delas, onde se é citado pela banda q vc homenageia...foi fantástico!


RP - A agenda de shows da Destroyer é cheia o ano todo, vocês estão dedicados exclusivamente à banda ou tem que ao mesmo tempo alternar entre a música e outras profissões?


AS - Alguns de nós tem outra coisa paralela, seja com a música, ou outra área.




RP - A Destroyer já tocou em quase todas as regiões do Brasil. Tem algum lugar que gostariam de tocar?


AS - O Brasil, é enorme....com certeza tem muitas cidades que ainda não tivemos o prazer e honra de tocar!!! Mas....só temos 25 anos....temos mais gás p/mais alguns bons anos ainda!!!rs


RP - E quanto à formação da banda, foi difícil montar a atual? Como é o relacionamento de vocês?


AS - Sempre é complicado, são 4 cabeças, 4 pessoas, completamente diferentes....são educações, experiência de vida, criações, muito diferentes, além de idades diferentes. Mas fazemos o possível p/respeitar um ao outro, é um aprendizado diário....É como um casamento...c/o agravante de não rolar sexo...rs


RP - Como é essa história de tocar seguindo a performance de palco do Kiss e ainda contar com efeitos especiais?


AS - Complicado, pois a produção de um show do Kiss é enorme....tudo muito caro....o q fazemos é tentar chegar o mais próximo que podemos, e onde um contratante possa pagar...rs


RP - Existe alguma dificuldade em se fazer um show com esse alto nível de produção?


AS - Como disse...todas as dificuldades!rs


RP - Como foi organizar a 1ª Kiss Expo no Brasil e tocar com o Eric Singer?


AS - Foi uma idéia que tive numa madrugada...e fui atrás....Entrei em contato com o Conservatório Souza Lima, em SP, onde encontrei alguém um pouco mais louco do que eu, que se chama Mario, proprietário do conservatório, onde sou e serei sempre grato, por ele ter acreditado na minha idéia, onde me proporcionou condições p/realizar algo inédito aqui...e foi fantástico!


RP - Houve alguma mudança para vocês depois da participação da banda em

alguns programas da Globo?


AS - Sim, a responsabilidade e cobrança....são maiores, sempre!!!rs





RP - E quanto aos sucessos do Kiss, o que geralmente vocês tocam nos shows?


AS -Tentamos colocar num show as músicas de maior sucesso deles.


RP - Falta algo para acrescentar a carreira da Destroyer?


AS - Bom...acho q sempre falta algo...mas como disse, só temos 25 anos....da muito tempo ainda de realiza-las!!!rs


RP - Quer deixar algum recado para os fãs ?



AS - Quero agradecer por mais esse espaço, sempre desejando m

uita paz, saúde e sucesso p/todos!!! E como sempre digo, Destroyer Kiss Cover, 25 anos se

m sair de cima...e contando!!! bjs e abs!!! see you soon!!! Tutú Simmons










Banda destaque


(internacional)


CINDERELLA


Cinderella, banda de hard rock americana, foi uma das poucas, que esteve nas paradas dos anos 80 e conseguiu sobreviver até a década de 90. A banda é liderada pelo vocalista e guitarrista Tom Keifer, se destaca pelo som pesado e pelas baladas sensacionais e foi descoberta por Bon Jovi. Quando começou o período das bandas grunge, a MTV parou de exibir clipes e videos da Cinderella por estarem "fora de época." Mesmo assim, a banda manteve o reconhecimento dos fãs.

O Cinderella surgiu de outra banda de hard rock, a Deep Freeze, banda de Priscilla Harriet. Tom Keifer e Eric Brittingham deixaram a banda da vocalista para dar início a uma das mais bem sucedidas bandas da década de 80. Com o conhecimento adquirido ao longo do tempo, a banda começou abrindo shows de bandas como AC/DC e Mötley Crüe.

O primeiro disco intitulado “Night Songs” mostra não só um hard rock bem executado, mas também uma forte influência de country music, isso acabou diferenciando a banda entre as demais. O Cinderella despontava no cenário, além de Eric e Tom, a banda contava com Fred Coury na bateria e Jeff Labar na guitarra. No primeiro álbum, a capa mostra uma foto dos integrantes no mais puro visual hard rock glam, mas o talento é também marca registrada, destaque para as canções “Nobody's Fool”, “Shake Me” e "Somebody Save Me".

Long Cold Winter, segundo álbum, reflete o amadurecimento musical da banda, e num período em que adotou um visual mais comportado. "Gypsy Road" e "Comin’Home" mantiveram o estilo hard country. "Don’t Know What You Got... Till It’s Gone" levou a banda à disputa nas rádios. O Cinderella se tornava cada vez mais popular, abrindo shows ao lado de bandas como o Skid Row para o Bon Jovi e chegando inclusive a emprestar seu baterista ao Guns N' Roses.


Em 1990 “Heartbreak Station” foi lançado, e sua faixa título ganhou notoriedade, emplacando nas rádios, inclusive as do Brasil. Após um intervalo de três anos, a banda finalmente entrou em estúdio para gravar “Still Climbing”, sem o baterista Fred Coury (que tocou em apenas uma faixa). Foram convidados, Kevin Aronoff e Cozy Powell, para assumirem as gravações de bateria.

Apesar de trazer boas canções como “Through the Rain” e “Easy Come Easy go...” o disco sofreu boicote da mídia que queria acabar com o hard de vez e promover o grunge. Mais tarde, Fred voltaria à banda no lançamento de “Once upon a...” que não passa de uma coletânea. Assinando contrato com um selo independente, a banda lança “Live at the Key Club”, um disco ao vivo, com os maiores sucessos. A partir de 1999, eles voltam a fazer grandes turnês junto de outras bandas de hard como Slaughter, Poison e Faster Pussycat.

Álbuns

Ao vivo

· 1991 - Live Train to Heartbreak Station

· 1999 - Live at the Key Club

· 2004 - In Concert

· 2006 - Extended Versions

· 2006 - Gypsy Road: Live

Coletâneas

· 1997 - Looking Back

· 1997 - Once Upon A...

· 2005 - Rocked, Wired & Bluesed: The Greatest Hits

· 2006 - Gold

DVDs

· 2005 - Rocked, Wired & Bluesed - The Greatest Video Hits

· 2005 - In Concert